Thursday, 10 May 2012
Sunday, 11 March 2012
Pout-pourri de aniversario!
Wednesday, 29 February 2012
Silvio Rodriguez bisiesto

Silvio Rodriguez solo existió una vez en El Salvador, en un día que solo existe a cada cuatro años. Es decir, hoy hace exactamente cuatro años de su concierto literalmente histórico en el completo, y casi en transe, estadio “Magico Gonzalez”, en San Salvador.
Yo estaba allí. Llevaba un par de días de haber llegado al país desde una de las principales capitales del mundo para ir a vivir, tomado por la decisión-guía de mis elecciones desde entonces, en la capital del pulgarcito de América, buscar comprehender más directamente de que está hecho la sangre de la cual he sido educado a enorgullecerme desde cipote y coincidir con legitimidad mi historia personal y profesional.
El primer y, hasta la fecha, único concierto de uno de los más grandes mitos de la música latinoamericana, Silvio Rodriguez, en El Salvador fue como una recepción de honor, una calurosa bienvenida a mi curiosa y decidida llegada. Las canciones del cubano animaron los sueños de tantos hombres y mujeres que admiro en el país, y en todo el istmo - este vigoroso trozo de tierra entre el Sur y el imperio de historias tan intensas como muchas veces olvidadas.
Lo he visto desde lejos, las mejores plazas son siempre las más caras, pero había un respeto en la atmosfera, mutuo, entre todos y todas que ahí estaban con el intuito de mirar y oír lo más atentamente posible el cantante. La gente actuaba como si supiesen del privilegio de ser testigo del evento, había una complicidad tacita, “si, aquí estamos, viendo a Silvio Rodriguez, lo de las canciones aquellas que cantábamos en la lucha, o para celebrar, o para recordar”.
Acompañé el concierto de hecho al lado de una imprescindible amiga, ex guerrillera, quien me ha invitado para el momento histórico. En aquel memorable concierto cantaron el público y también los caídos en la guerra, fue un tributo no solo a Silvio sino a las quimeras de una generación que hizo de su historia la característica identitária de una nación. Silvio rindió homenaje a Roque Dalton, el escritor más emblemático de El Salvador y uno de los más importantes de Centro América, a quien dedicó su concierto, con la canción “Expedición” y “Unicornio”. Roque Dalton aún sin tumba aún porque su cuerpo está desaparecido por la acción de sus victimarios.
Como ha recordado Juan José Dalton, periodista salvadoreño, hijo de Roque Dalton, en el concierto estaba prohibido filmar, pero “¿cómo prohibirles algo a los reyes de la clandestinidad y las conspiraciones?” Arriba el link de una canción en el espectáculo.
Han pasado cuatro años, y sin embargo no ha pasado ni un solo día.
Tuesday, 28 February 2012
The Clown, "crying on the bed because you own my soul"
I am a clown
and I wish you a good day
I know how to cry, to laugh, to hurt
I know how to say the truth, through and through
so I can surely say
I say a loud song
for all the children to hear
for the state to hear
and from this song of mine
100 more clown to come out in the society
And like this all together facing each other
we will sing about the fairness of like
and you will sing to from the square
so you learn my friend how you should live correctly...
I say a loud song
for all the children to hear
for the state to hear
and from this song of mine
100 more clown to come out in the society
Monday, 26 December 2011
Música da Semana
Tuesday, 6 December 2011
Original OlindaStyle
“E agora tá um por de sol alaranjado fantástico aqui. Um lugar perfeito pra curtir o veraneio”
O titulo desse post é o nome de um dos álbuns anteriores da Eddie que acabou se tornando, com justiça, também o nome de um “gênero próprio” que define a banda. Já Veraneio, no entendimento do próprio grupo, marca seu crescimento evidente. "Penso ter alcançado um desenvolvimento de nossa musicalidade, nosso jeito de compor e tocar, montando e contando nossas histórias com narrativa Original Olinda Style. Um jeito de ver Olinda por todas as cidades, e de ver em todas as cidades as Olindas que elas são. Música com nosso sotaque pessoal, mas falando na língua da música do mundo", resume o vocalista Trummer, no release de divulgação do álbum, novinho em folha, de uma das melhores bandas aqui de Pernambuco.
Desde o início, com o que rotularam de manguebeat, que a música de Pernambuco trabalha muito independente do formato da indústria e nunca parou.
Neste último semestre houve o lançamento de, ou está no forno, novos álbuns de mais de uma dezena de artistas importantes deste Estado: Karina Buhr, Lirinha, Junio Barreto, Otto, Naçao Zumbi, Orquestra Santa Massa... Ótima coincidência, constatação de que a cena está mais rica do que nunca, mas também, como afirmou Trumman, em entrevista ao O Globo, “é importante parar de pensar só como música pernambucana para perceber que o que está crescendo é a ocupação dos espaços pela música brasileira”.
Trummer é Fábio Trummer (guitarra, craviola e voz) e os demais membros da Eddie são Alezandre Urêa (percussão e voz), Andrét Oliveira (trompetes, teclados e samplers), Kiko Meira (bateria), Rob Meira (baixo). Neste quinto CD da banda a originalidade característica do Eddie se revela mais afiada, mantendo os grooves peculiares, agora arredondados na maturidade sonora e ampliando seu espaço de experimentalismo com punk rock, surf music, frevo, samba, reggae, entre outros estímulos. "Nossa música é orgânica e não segue padrões de exatidão. Fazemos uma música popular urbana do Brasil", diz Trummer.
Como em trabalhos anteriores, Veraneio é independente ."Foi todo pensado e pago com nossas estratégias de trabalho", explica Trummer. Eduardo BiD, produtor amigo de encontros sonoros antigos, assina a produção. Participam ainda Otto, em "O Saldo da Glória", sua em primeira parceria musical com a Eddie; Junio Barreto canta em "Parque de diversão" e "Tanta coisa na vida". Karina Buhr, presente em quatro dos cinco CDs da banda, também canta "O Saldo da Glória" e "Parque de diversão". "Lirinha nos deu um presente: Ela vai Dançar , parceria e parceiro 100% algodão, poesia caminhante", observa Trummer, que também destaca a presença do maior parceiro do Eddie, Erasto Vasconcelos, que canta e divide a autoria em "Parque de Diversão".
Ainda não há muitos vídeos desse álbum disponíveis no YouTube, mas deixo uma amostra, "nao-oficial", que encontrei.
O álbum Veraneio está inteirinho disponível para download no site da banda.
Sunday, 4 December 2011
Música do domingo
Friday, 11 November 2011
Saturday, 5 November 2011
Música do fim de semana
Ei ,você sonhador
que ainda acredita,
liga “nóis”!
Eu tenho fé amor e afeto
no século XXI.
Onde as conquistas científicas,
espaciais, medicinais,
e a confraternização dos homens
e a humildade de um rei,
serão as armas da vitória para a paz universal.
Friday, 28 October 2011
Música até o fim da semana
Tuesday, 11 October 2011
Ponderação
Se o inverno não tem
Então espere o sol vir iluminar o seu lar
Na sexta-feira passada foi show de dez anos do Mombojó.
Neste fim de semana tem Virada Multicultural e na programação, gratuita e ao ar livre, muito antes do inicio do carnaval (!) tem: Nação Zumbi, Chico César, DJ Dolores, Siba, Orquestra Contemporânea de Olinda, Lia de Itamaracá e Buena Vista Social Club.
É, até que o Recife é massa.
Monday, 26 September 2011
Música para toda a semana

The state of Pernambuco, northeast of the country, is one of the musical epicentres of Brazil, full of infectious rhythms and traditions such as coco, caboclinho, forró, candomblé and baião. Since the emergence of Manguebeat in the early 90s this has been even more the case, with that particular genre’s fusing of rap and funk with maracatu and Afro-Brazilian religions inspiring new generations to create music, with artists like Otto, DJ Dolores, Alessandra Leão and Nação Zumbi currently producing some of the finest music in Brazil.
Musica da Massa! New Sounds of Pernambuco showcases some of freshest sounds of Pernambuco with a collection of 16 tracks released over the last two years.
Access the website HERE to download the album. And below some examples of this cool compilation:
Sunday, 4 September 2011
Música do domingo (e de etapa final da Marcha, e de correr, andar, parar...)
Se tento correr o tempo pára
Se páro pra ver o mundo anda
Ele vem bater na minha cara
A vida é sempre essa ciranda
Se a noite me traz uma tristeza
O dia vem cheio de alegria
O que falo agora com certeza
Há pouco não sei se eu diria
Eu quero gritar ninguém me escuta
Está tudo preso na garganta
Às vezes me cansa tanta luta
E é pra não chorar que a gente canta
A gente canta
A gente canta
Eu vi uma luz no fim do túnel
Enchi de esperança o coração
A luz que lá estava foi chegando
Era um trem carregado de ilusão
Andando só na corda bamba
Não temo o futuro da nação
A gente que sempre dançou samba
Enfrenta qualquer divisão
A gente canta
A gente canta
Thursday, 25 August 2011
ta isixa vradia
Because my soul will be
The song of the desert
That will be following you
Tuesday, 2 August 2011
Júpiter Maçã entrevista Rogério Skylab
Tuesday, 19 April 2011
Só mais um toquezinho de música
Ok, pra acabar com os posts musicais desta semana, (só desta semana...) motivados pelo revigorante Abril Pro Rock no finde, comparto mais alguns vídeos de uma grande descoberta, pra mim, do Festival: Karina Buhr.
Atirem-me a primeira pedra, mas admito que não sou um grande admirador do trabalho da maioria das cantoras da MPB, incluindo diferentes estilos e gêneros. Não sei, me parece que são repetitivas, pouco originais, chatas.
Na minha humilde e abusada opinião, mesmo entre os grandes nomes, poucas se escapam; o destaque, claro, é para aquelas que estão além da polêmica como Elis Regina, Nara Leão e Gal Costa (se você não gosta delas, algo vai errado contigo amig@...).
Mas depois, entre toda uma geração dos 90, e dos 2000, quem entra com originalidade, dando prazer aos nossos ouvidos cansados das melodiazinhas e letrinhas eu diria que são Marisa Monte (obviamente!), Céu, Monica Salmaso, Mart´nália, e, agora, Karina Buhr. Inovação, vigor, excentricidades, energia, performance, ouça por você mesmo!
Eu vi Arnaldo Antunes ao vivo no Abril Pro Rock
Sunday, 17 April 2011
Arnaldo Antunes em Recife!
Quem me conhece sabe que eu “pago pau” mesmo para Arnaldo Antunes. Sou fã do cara desde a época de Titãs, escrevi minha dissertação de conclusão da faculdade de Letras sobre um livro dele, fiquei empolgado só com a oportunidade de quase o entrevistar ano passado em Londres.
Foi lá que o vi ao vivo pela primeira vez, mas não num show de música, senão numa performance poética, quando ele participou do London Literature Festival.
Hoje, daqui a pouquinho, aqui em Recife, vou ver seu show pela primeira vez. E num festival icônico o Abril Pro Rock. Na mesma noite, Eddie, Skatalites, Karina Buhr e outros também bons. Também bons, mas não igualmente bons, afinal, “Arnaldo é muitas televisões ligadas simultaneamente em canais inteligentes”:
Arnaldo realiza de certa forma o sonho de Leminski: colocar a poesia em uma aventura de massas. O poeta curitibano acreditava que a via para tanto era a trilha da música popular. Arnaldo é prazer e fruição, é acessível e difícil, caprichos & relaxos, construção e descontração, rigor e vigor. (“Desce do trono, Rainha/ Desce do seu pedestal/ De que te vale a riqueza, sozinha/ Enquanto é carnaval?”). O poeta não quer ficar confinado na torre de marfim. Arnaldo é o beneditino que escreve no aconchego do claustro mas que pula o carnaval em que ninguém é de ninguém. Dá pão às massas mas reserva sutilezas aos paladares finos. Para os que estão acostumados com o angu do vulgo, não sobra nada. Tem para todo mundo, mas não tem para qualquer um! (trecho de texto de Paulo César de Carvalho)
Friday, 8 April 2011
Thursday, 31 March 2011
Música do meio da semana aproximando-se do fim
De pronto me encontré
viajando a gran velocidad
la atmosfera crucé
y dejé de sentir la gravedad
y en instantes me perdí
entre tanto astro fugaz.